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Zaninices da MC
A profissão do mágico, segundo Alfred Borden
mczanini — ter, 09.12.2008 - 18:21
Eu estava relendo The Prestige, de Christopher Priest, o romance no qual se baseou o filme O grande truque, de Christopher Nolan, estrelado por Hugh Jackman e Christian Bale, e um trecho se tornou idéia fixa, pendurada em seu trapézio machadiano e tudo mais.
Para exorcizá-la, decidi publicar aqui uma tradução bem livre do tal trecho. Talvez assim eu entenda por que ela se fixou na minha cabeça.
Iniciação no RPG
mczanini — qui, 04.12.2008 - 12:55
Comentaram no blog Contatos Imediatos que a renovação do RPG como hobby depende quase exclusivamente de "evangelização", ou seja, os novos jogadores só aparecem quando são apresentados ao RPG pelos jogadores mais antigos. Conheço algumas pessoas que começaram a jogar e a narrar depois de destrinchar um manual de regras por conta própria (entre elas, o Itiro), mas entendo que essas pessoas são a exceção.
Eu sempre preferi o termo "iniciação", porque remete aos ritos de passagem que costumam marcar inúmeras práticas sociais, sem relação obrigatória com religião ou misticismo. O bar mitzvah judaico, a cerimônia de casamento, a entrada na faculdade são bons exemplos desses ritos. Eu vejo a coisa assim: o iniciante desconhece a prática do RPG e, com a ajuda dos amigos, passará a conhecer. Iniciação. Passagem.
RPG, arte e o portão da Terra do Nunca - Parte VI
mczanini — sab, 15.11.2008 - 14:06
[Este artigo está em desenvolvimento. Leia também: Parte I, Parte II, Parte III, Parte IV e Parte V]
Crítica
Se a profissionalização e a teoria levam à produção de RPGs melhores, a crítica especializada, objetiva e isenta é o pulo-do-gato; é o que vai blindar todos nós contra as sininhos da vida e suas hordas de baba-ovos sanguinários.
Quando alguém tentar nos vender um livro de RPG fundamentado na imprecisa afirmação de que é o melhor jogo de todos os tempos, poderemos dizer, depois de consultar uma revista, um website ou um blog de crítica (ou, melhor ainda, vários deles), se concordamos ou não com essa avaliação e se pretendemos ou não investir nosso dinheirinho nesse empreendimento.
RPG, arte e o portão da Terra do Nunca - Parte V
mczanini — sab, 02.08.2008 - 14:13
[Este artigo está em desenvolvimento. Leia também: Parte I, Parte II, Parte III, Parte IV e Parte VI.]
Teoria
RPG, arte e o portão da Terra do Nunca – Parte IV
mczanini — qua, 09.07.2008 - 17:22
[Este artigo está em desenvolvimento. Leia também: Parte I, Parte II, Parte III, Parte V e Parte VI.]
Para crescer e abandonar a Terra do(s) Nunca(s), o RPG nacional precisa trilhar a estrada da arte e se transfigurar, o que não é um empreendimento dos mais fáceis. Creio que, à semelhança do que ocorreu com o romance e o cinema, três elementos são imprescindíveis para promover os avanços necessários: profissionalização, teoria e crítica. Pretendo abordar brevemente cada um deles, mas é bem possível que sejam necessários alguns desdobramentos em artigos futuros.
RPG, arte e o portão da Terra do Nunca - Parte III
mczanini — sab, 21.06.2008 - 13:36
[Este artigo está em desenvolvimento. Leia também: Parte I, Parte II, Parte IV, Parte V e Parte VI.]
— Então, ‘tá. Para me defender de sininhos e sininhos-plus-pus eu vou ter de estudar retórica? Se liga, eu só quero jogar RPG em paz!
E não é o que a grande maioria de nós deseja? Jogar RPG em paz? Contudo, convenço-me cada vez mais que o mundinho do RPG brasileiro é uma grande Terra do Nunca (NT 0). É muita sininho para combater, mas a responsabilidade pela batalha pode ser partilhada. Você não precisa ser um guerreiro da linha de frente nem um às da oratória: já basta não se deixar enganar nem virar paga-pau de sininho.
RPG, arte e o portão da Terra do Nunca - Parte II
mczanini — qui, 22.05.2008 - 15:26
[Este artigo está em desenvolvimento. Leia também: Parte I, Parte III, Parte IV, Parte V e Parte VI.]
Bem que eu queria que fosse só mais uma classe de personagem, monstro ou antagonista, mas a sininho é realmente um problema. No cenário do RPG brasileiro, uma verdadeira Terra do Nunca, ela é quase onipresente, independente de gênero, raça, credo, orientação sexual ou filiação partidária. Circula entre jogadores, Mestres, blogueiros, freqüentadores de fóruns e comunidades online e mesmo entre os chamados profissionais da área: enfim, uma praga.[1] Há sininhos para todos os gostos também, e, se as “estatísticas” diferem de umas para outras, o comportamento é sempre padrão:
RPG, arte e o portão da Terra do Nunca - Parte I
mczanini — seg, 19.05.2008 - 23:16
[Este artigo está em desenvolvimento. Leia também: Parte II, Parte III, Parte IV, Parte V e Parte VI.]
Em certos momentos, é preciso ser feroz e ferino.
Sala virtual de bate-papo, idos de 1998. Entrei com meu nick preferido, Gwynephar, o que merece uma explicação: Gwynephar era uma guerreira de quinto nível, a melhor personagem que eu já havia criado para jogar Advanced Dungeons&Dragons (TSR/Abril Jovem). Eu e mais alguns amigos estávamos “teclando numa boa” quando um nick até então desconhecido por nós piscou na tela. Não me recordo agora qual era, mas vamos convencionar que fosse Sininho.
A que vem esta que vos fala...
mczanini — seg, 19.05.2008 - 22:23
[...] for secrets have a way of coming out in the open.
Meu nome é Maria do Carmo Zanini.
Nos últimos anos tem aumentado substancialmente o número de pessoas que me chamam apenas de MC.
Eu não ligo.
Eu não diria que, atualmente, todo mundo saiba quem sou eu, ou o que eu faço. Eu não diria tampouco que ambiciono que algo assim um dia aconteça. Sempre preferi o anonimato dos bastidores.


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